4 - Livusias - Manifestações do Sobrenatural

 

Pé de manga

Quem conta: Ana Claudia
Localidade: São Raimundo Nonato - PI
Narrativa: Ana Claudia diz que foi para igreja dos crentes a noite, ela e sua comadre Bel, ela diz que na volta, uma base de 11:00 horas da noite vinha pela estrada do bairro Santa Luzia estrada que liga o Santa Luzia a Milonga, lá nessa estrada, tem uma casa com um pé de manga, viu uma chama e eu me assombrei; Bel disse que não era normal porque a chama era muito grande, no outro dia pela manhã foi lá e o pé de manga estava do mesmo jeito verdinho, eu acho que era livuzia porque ninguém viu só eu e ela, vinha outras pessoas na estrada e ninguém viu nada.

 

O Homem da Boca Branca

Quem Conta: Carmelita Coelho
Localidade: Barreirinho, Coronel José Dias
Narrativa: Existia um homem que chamavam o Homem da Boca Branca e esse homem saia a noite comendo crianças. Nossos pais contavam essa história, acho que era pra fazer medo a gente.

 

Mortos que voltam

Quem Conta: Cassimiro Brito Silva, conhecido como Pombo
Localidade: São Raimundo Nonato - PI
Narrativa: Segundo o narrador, quando uma pessoa morre e não é perdoada pelos seus pecados ela sempre aparece para aquela pessoa que não a perdoou. Ainda diz que já ocorreu tal fato em sua família.

 

O índio que era uma onça

Quem Conta: Julio
Localidade: São Raimundo Nonato - PI
Narrativa: Vi uma onça que o povo dizia que na verdade era um índio que virava onça. Ela era encantada, os cachorros latiam e acuavam ela, mas quando a gente chegava lá não tem nada.A gente não via nada mas sabia que os cachorros viam.

 

Espíritos

Quem Conta: Neusa de Sousa Almeida e Ednalva de Sousa Almeida
Localidade: Dom Inocêncio - PI
Narrativa: Dois irmãos brigavam muito. Quando os pais deles morreram começaram a brigar pela herança. A casa onde moravam ficou fechada. A noite, os moradores próximos viam castiçais e velas acesos e gente caminhando dentro da casa. Conta-se que o pai apareceu pra um dos dois pedindo pra eles se unirem, porque eles não estavam conseguindo entrar no céu.

 

Morro da Luz

Quem conta: Samara Negreiros
Localidade: São Brás do Piauí - PI
Narrativa: Segundo a informante em algum ponto da estrada que liga essas duas cidades costumava aparecer em um morro hoje conhecido como Morro da Luz uma luz muito clara que já foi vista por muitos moradores da região

 

Seres Sobrenaturais

Quem Conta: Neusa de Sousa Almeida e Ednalva de Sousa Almeida
Localidade: Dom Inocêncio - PI
Narrativa: Essa grota ficava próxima a uma ladeira muito escura. As pessoas passavam lá próximo a mata que era muito fechada e sentiam-se como alguém estivesse jogando pedras, quebrando árvores, arrastando o gibão no chão. Uma vez seu Joaquim ia passando de bicicleta neste local e sentiu um peso na garupa, como se fosse alguém. De tanto medo começou a andar bem rápido. Quando se distanciou da grota, não sentiu mais esse peso.

 

Tocha de Fogo

Quem conta: Joana Clara Marques e Antônio Marques de Sá
Localidade: São Raimundo Nonato - PI
Narrativa: conta que muitas pessoas viram e ainda vêem uma tocha de fogo que as persegue quando a estão andando a pés ou até mesmo em veículos.

Quem conta: Eliete Castro e Nazaré Marques
Localidade: São Raimundo Nonato - PI
Narrativa: no Caminho do Caldeirãozinho (perto de um lugar chamado Lagoinha) costumava aparecer uma tocha de fogo, que acompanhava de longe as pessoas.quando alguém se aproximava, esta desaparecia. De acordo com as Senhoras, há muitas pessoas que moram no local citado que afirmam  já ter visto a Tocha.

 

Nêgo do Caldeiraozinho

Quem Conta: Eliete Castro e Nazaré Marques
Localidade: São Raimundo Nonato - PI
Narrativa: Há alguns anos costumava aparecer num local chamado Caldeirãozinho,um negro que corria totalmente nu pelas estradas próximas. De acordo com elas, o tal negro, mais conhecido por "nêgo do caldeirãozinho", apenas corria pelas estradas, não causando mal a ninguém apesar de todos saberem que aquilo é Livuzia.

 

Mulher de branco

Quem conta: Osvaldo Paixão
Localidade: São Raimundo Nonato - PI
Narrativa: Costumava aparecer antigamente na cidade e nas estradas próximas, uma mulher bonita, que usava uma roupa branca, comprida e feita com bastante pano. Segundo ele, que afirma ter visto a tal mulher em uma praça e pelas ruas flutuando uns 70 cm do solo.

 

Casa Mal Assombrada

Quem conta: Osvaldo Paixão
Localidade: São Raimundo Nonato - PI
Narrativa: havia uma casa na localidade de Nascimento, propriedade de "Seu Chiquinho", a que as pessoas diziam ser mal-assombrada. De acordo com seu Osvaldo, o dono da casa era irmão do Sr. Manuel Balduíno e esposa dele Dona Minerva, "mulher muito prendada". Na casa, que ainda existe, os objetos colocados em um determinado local, após um ascender e apagar de luzes mudavam de lugar, inexplicavelmente. Isso comumente acontecia na casa e só cessou depois que um padre chamado Francisco, foi lá rezar.

 

Bicicleta com farol

Quem conta: Neusa Souza Almeida e Ednalva Souza Almeida
Localidade: Dom Inocêncio - PI
Narrativa: Na localidade Vazante, dizia-se que ás 18 horas passava naquele lugar uma espécie de bicicleta com um farol que ofuscava os olhos. Um dia, um homem passava ali com seu burro e o animal empacou. Quando de repente, a luz sumiu, a burra andou normamente ninguém nunca viu essa bicicleta, não se sabe até hoje o que de fato era.

 

Assombração

Quem conta: Antonio Marques de Sá
Localidades: Caxé - PI
História: numa localidade chamada Caxé, havia um ser invisível que costumava assombrar as pessoas. Certa vez quando passou pelo local montado num cavalo, este empacou e só conseguiu sair de lá puxando o animal, que insistia em não sair.

 

Cabras sugadas pela Pedra Pintada

Quem conta: Neusa de Souza e Ednalva de Souza
Localidade: Dom Inocêncio - PI
História: Na Pedra Pintada, conhecida hoje como Toca da Gameleirinha (sítio arqueológico com pinturas e gravuras rupestre) em Dom Inocêncio não se pode deixar as cabras encostadas nos paredões, pois estas são sugadas e levadas pela pedra.

Cavaleiro Branco

Quem Conta: Albertina Araújo Landim
Localidade: São Raimundo Nonato - PI
História: conta que há alguns anos atrás costumava aparecer nesse local um cavaleiro todo vestido de branco com um cavalo muito equipado com muitos arreios. Segundo ela o cavaleiro costumava aparecer à noite, correndo ao redor da praça e quando as pessoas se aproximavam ele desaparecia de forma inexplicável.

 

 

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